Vida Protecção

Proteger o futuro é continuar a cuidar de quem mais importa.

Uma doença grave, uma invalidez ou uma morte inesperada podem alterar o equilíbrio financeiro de uma família. A proteção certa começa por perceber quem depende de si, quais os compromissos que tem e que rendimento seria necessário preservar.

Família reunida, representando proteção e segurança financeira

UMA MENSAGEM DO HUGO

A protecção deve acompanhar a vida que tem hoje.

Uma breve conversa sobre o rendimento, a família e o crédito da casa — e sobre as perguntas que vale a pena fazer antes de escolher um seguro de Vida.

1 min 30 s · Em português

Começar pelas perguntas certas

O que aconteceria se o rendimento familiar mudasse de um dia para o outro?

O seguro de Vida não serve apenas para liquidar um empréstimo. Pode ajudar a proteger a estabilidade da família em diferentes momentos críticos.

01

Rendimento da família

Durante quanto tempo conseguiria o agregado manter as despesas mensais se um dos rendimentos faltasse?

02

Créditos e compromissos

Além do crédito habitação, existem outros encargos que poderiam ficar a cargo da família?

03

Doença grave

Haveria margem para tratamentos, recuperação e eventual perda temporária de rendimento?

04

Invalidez e autonomia

Como seriam suportadas adaptações da casa, cuidados adicionais ou uma mudança profissional?

Dúvidas frequentes

Talvez esteja a pensar: «Isto não é para mim…»

É natural ter dúvidas antes de considerar um seguro de Vida. O ponto de partida não é contratar mais: é perceber se a proteção que já tem responde às suas responsabilidades atuais.

Já tenho um seguro de Vida.

Ter um seguro é um bom ponto de partida, mas a proteção pode ter sido definida noutra fase da sua vida. Entretanto, o rendimento, o crédito, a família ou os projetos podem ter mudado. Mais do que confirmar que existe uma apólice, importa perceber que capital seria pago, em que situações e durante quanto tempo ajudaria a família a manter os seus compromissos. Rever não significa necessariamente substituir: significa confirmar se continua adequado à vida que tem hoje.

Sou novo e saudável.

Quando somos novos e saudáveis, é natural sentir que estas situações estão distantes. No entanto, mesmo sem filhos, o dia a dia pode depender totalmente do próprio rendimento: a casa, um crédito, as despesas mensais ou o apoio a alguém próximo. Vale a pena pensar: se ficasse impossibilitado de trabalhar durante um período prolongado, durante quanto tempo conseguiria manter a sua autonomia financeira? Esta pode também ser uma fase em que, regra geral, a contratação é mais simples.

Um seguro de Vida é caro.

O custo é uma preocupação legítima e deve ser proporcional ao seu orçamento. Depende da idade, do capital, da duração e das coberturas escolhidas. Mas olhar apenas para o prémio mensal deixa de fora outra pergunta importante: que impacto financeiro teria para a família a perda de um rendimento ou uma incapacidade prolongada? A análise serve precisamente para encontrar um equilíbrio entre a proteção essencial, um capital realista e um valor que consiga manter ao longo do tempo.

Tenho poupanças.

As poupanças são fundamentais porque dão liberdade e ajudam a responder a imprevistos. A questão é perceber quanto tempo durariam se tivessem de substituir rendimento, suportar tratamentos, adaptar a casa ou manter os compromissos familiares. Um seguro de Vida não substitui a poupança: pode complementá-la, disponibilizando um capital para as situações previstas na apólice e evitando que uma reserva construída ao longo de anos seja consumida demasiado depressa.

Já tenho um seguro associado ao crédito habitação.

O seguro associado ao crédito é importante porque pode reduzir ou liquidar o capital em dívida, de acordo com as coberturas contratadas. Mas a vida da família não se resume à prestação da casa: continuam a existir alimentação, educação, despesas mensais e outros projetos. A reflexão útil é esta: depois de acautelado o valor devido ao banco, que margem ficaria para a família reorganizar a vida e compensar a eventual perda de rendimento?

Prefiro não pensar nestas situações.

É uma reação natural. Pensar em doença, invalidez ou morte não é fácil, sobretudo quando a vida está a correr bem. Ainda assim, preparar não é viver com receio: é decidir com calma, enquanto pode escolher. Uma conversa simples — sobre quem depende de si, que despesas continuariam e o que mudaria se o rendimento faltasse — pode transformar uma preocupação vaga numa decisão consciente e trazer maior tranquilidade para o futuro.

A questão não é apenas se tem um seguro. É perceber se a proteção que tem hoje é suficiente para a vida que construiu.

Quer rever a sua proteção?

Analisamos consigo o que já existe, os seus compromissos atuais e o capital que poderá fazer sentido.
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Soluções Generali Tranquilidade

Uma proteção para cada necessidade.

A escolha deve considerar a sua idade, situação familiar, profissão, compromissos financeiros e nível de proteção pretendido.

01

Vida Mais

Proteção da família perante morte, invalidez e doença grave, com diferentes níveis e possibilidade de personalização.

  • Planos Base, Mais e Top
  • Opção Premium personalizada
Informação oficial →
02

Vida Mais Vencer

Proteção orientada para o diagnóstico de doença oncológica, ajudando a criar margem financeira para enfrentar tratamentos e recuperação.

  • Capital definido de acordo com a solução
  • Serviços de prevenção e apoio
Informação oficial →
03

Vida Ativa

Pensado para reforçar a autonomia financeira em caso de invalidez, com soluções destinadas a pessoas entre os 18 e os 55 anos.

  • Planos Base, Mais e Top
  • Doenças graves como opção
Informação oficial →
04

Vida Crédito Casa

Protege o capital associado ao crédito habitação em caso de morte ou invalidez, de acordo com a opção contratada.

  • Cobertura mínima ou reforçada
  • Possibilidade de transferência, sujeita aos requisitos do financiamento
Conhecer Vida Crédito Casa →
05

Vida Sem Fronteiras

Combina seguro de vida e assistência em viagem para quem viaja com frequência ou permanece temporariamente fora de Portugal, em contexto pessoal ou profissional.

  • Proteção por morte ou invalidez: 50.000 € ou 100.000 €
  • Capital duplicado quando o evento resulta de acidente
  • Assistência médica no estrangeiro, transporte e repatriamento
Informação oficial →
06

Vida Inteira

Proteção de vida vitalícia para quem procura deixar um capital à família e manter previsibilidade no prémio, com possibilidade de adaptar coberturas ao longo do tempo.

  • Capital por morte com permanência vitalícia
  • Opções de invalidez, doenças graves e reforço por acidente
  • Possibilidade de redução ou resgate total após três anuidades, nos termos do contrato
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A vida muda sem avisar

Seis histórias. Seis razões para pensar na sua proteção.

São exemplos fictícios, mas representam preocupações reais. O objetivo não é criar alarme: é perceber antecipadamente que rendimento, compromissos e pessoas ficariam expostos perante um imprevisto.

01Invalidez por acidente

Paulo, 28 anos

Solteiro, vive sozinho e depende totalmente do seu rendimento mensal.

O que acontece?

Um acidente deixa-o impossibilitado de continuar a exercer a profissão. As despesas mantêm-se, mas o rendimento pode diminuir e surgem custos de recuperação ou adaptação.

Durante quanto tempo conseguiria pagar casa, alimentação e despesas sem trabalhar?

Proteções a ponderarInvalidezAcidentesCapital para adaptação

Soluções a analisar: Vida Ativa · Vida Mais

02Diagnóstico de doença grave

Pedro e Isabel, 36 anos

Quadros intermédios, com dois filhos de 5 e 7 anos e crédito habitação.

O que acontece?

Um deles recebe o diagnóstico de uma doença grave. Entre tratamentos, deslocações e recuperação, poderá existir uma interrupção profissional ou redução do rendimento familiar.

Conseguiriam manter o crédito, a educação dos filhos e as despesas enquanto reorganizam a vida familiar?

Proteções a ponderarDoenças gravesOncologiaMorte e invalidez

Soluções a analisar: Vida Mais · Vida Mais Vencer

03Profissão com deslocações

António, 45 anos

Responsável comercial, viaja regularmente em Portugal, Espanha e outros países europeus.

O que acontece?

Um acidente durante uma deslocação deixa sequelas permanentes e altera a sua capacidade para conduzir, viajar ou manter as mesmas funções profissionais.

A proteção da empresa seria suficiente para a sua realidade familiar e para uma eventual mudança de profissão?

Proteções a ponderarInvalidezAcidenteAssistência em viagem

Soluções a analisar: Vida Sem Fronteiras · Vida Ativa · Vida Mais

04Família monoparental

Marta, 41 anos

Mãe de uma adolescente, suporta sozinha o crédito habitação e as principais despesas familiares.

O que acontece?

Uma morte inesperada deixaria a filha dependente de familiares e com o crédito e a educação futura por assegurar.

Que capital permitiria liquidar ou reduzir o crédito e dar estabilidade à filha durante os anos seguintes?

Proteções a ponderarMorteCrédito habitaçãoProteção dos filhos

Soluções a analisar: Vida Mais · Vida Crédito Casa

05Continuidade familiar e empresarial

Carlos e Helena, 52 e 49 anos

Carlos é sócio-gerente de uma pequena empresa; Helena trabalha por conta de outrem. Têm um filho na universidade e compromissos pessoais e empresariais.

O que acontece?

Uma doença grave ou morte de Carlos afeta simultaneamente o rendimento da família e a continuidade da empresa, que depende do seu conhecimento e da relação com clientes.

A família teria liquidez e tempo para reorganizar os compromissos? E a empresa conseguiria financiar uma transição?

Proteções a ponderarMorteDoença graveContinuidade financeiraPessoa-chave

Soluções a analisar: Vida Mais · análise pessoal e empresarial integrada

06Responsabilidades após uma separação

Miguel, 39 anos

Divorciado, com guarda partilhada de um filho de 8 anos, crédito habitação e responsabilidades financeiras regulares.

O que acontece?

Uma morte ou invalidez permanente compromete a sua contribuição para a educação e despesas do filho, mesmo que os pais já não façam parte do mesmo agregado familiar.

A proteção existente considera todas as responsabilidades perante o filho e o impacto de uma incapacidade prolongada?

Proteções a ponderarMorteInvalidezEducação dos filhosCrédito habitação

Soluções a analisar: Vida Mais · Vida Crédito Casa

Os exemplos são meramente ilustrativos. A existência de cobertura, o capital, as exclusões, os períodos de carência e as condições de aceitação dependem da solução contratada e da análise do risco.

Antes de decidir

Cinco pontos que analisamos consigo.

  1. Quem depende financeiramente de si
  2. Créditos e outros compromissos existentes
  3. Rendimento mensal que importa preservar
  4. Proteções que já possui, incluindo através da empresa
  5. Capital, coberturas e duração adequados ao seu contexto

Análise personalizada

Não escolha apenas um capital. Escolha uma proteção que faça sentido para a sua vida.

Responda a algumas perguntas e entraremos em contacto para analisar a solução consigo.

Pedir simulação VidaRequest a Life quote

As coberturas, capitais, limites, exclusões e condições de aceitação dependem da solução escolhida, da análise do risco e das condições da apólice. Esta informação é geral e não substitui a documentação contratual.

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